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21 janeiro, 2010

-Às vezes, sonho que estou caindo. Começo a correr bem rápido, como um super-humano. O chão começa a ficar rochoso, corro tão rápido que não toco mais o chão. Eu flutuo. É um sentimento incrível.
- Parece maravilhoso.
- Estou livre, salva. Então, eu percebo... que estou completamente sozinha. E então, eu acordo.

Enquanto ouvia, Tom percebeu que essas histórias não eram contadas sempre. Era preciso merecê-las. Ele sentia a parede caindo.
Se perguntava se alguém já havia chegado até aqui.

Por isso, as próximas cinco palavras mudaram tudo.

-Nunca contei isso para ninguém.
-Acho que não sou qualquer um.

500 days of Summer

29 dezembro, 2009

Movies #4

Um pouco de Woody Allen e algumas surpresas pra fechar a movie list do ano:


Vicky Cristina Barcelona


Tudo pode dar certo


500 dias com ela


Na natureza selvagem

06 maio, 2009

Protagonistas de uma novela virtual

A necessidade e a ociosidade acaba por nos lançar no universo virtual, onde qualquer indivíduo que tenha acesso, se torne espectador de uma parcela do nosso cotidiano, sentimentos, imagens e informações. Isso acabou se tornando tão habitual quanto escovar os dentes e calçar os sapatos. É claro, que muitas pessoas ainda não são tão adeptas ou estejam à vontade, com qualquer tipo de exposição virtual. E há também quem ultrapasse os limites do bom senso e da privacidade. Mas hoje, o acesso e a integração nesse meio, nos torna cada vez mais protagonistas e espectadores dessa novela virtual.

Eu sempre tive essa afinidade em comunicar, expressar. Blogueira a mais de 3 anos, hoje também estudante de Design, gero e trato a informação de forma adequada, com soluções estéticas e inteligentes, não poderia ficar de fora desse universo que abre muitas portas.
A cada dia que passa, mais e mais novidades estreitam os laços (ou seriam os cabos?) dessa rede sem limites.

Orkut, Blogger, Fotolog, Flickr, Picasa, Youtube, Deviantart, Linkedin, Lastfm e agora no Wordpress - expondo alguns trabalhos acadêmicos - e no Twitter, além de ser colaboradora do Informe Design - Blog de DG - 5° semestre, da FMU junto com Carlos Santana e Victor Campos.

Enjoy!

30 abril, 2009

Signs

Sometimes is all u need.


A simple short film about communication.
Created by Publicis Mojo and @RadicalMedia
Director: Patrick Hughes


Comunicação é tudo.
Seja lá qual for a maneira de se expressar.

19 março, 2009

Helvética: Amor ou ódio?

A Helvetica é uma família tipográfica sem-serifa, considerada como uma das mais populares ao redor do mundo. Devido às preocupações que originaram seu desenho, é uma das fontes mais associadas ao modernismo no design gráfico.



D
esenvolvida por Max Miedinger com Eduard Hoffmann em 1957 para a Haas Type Foundry em Münchenstein, Suíça. Seu título é derivado de Helvetia, o nome latino da Suíça, mas resolveram mudar para Helvética pois o nome soaria patriota demais. A fonte é baseada em uma tipografia mais antiga chamada Akzidenz Grotesk, criada em 1898.

A fonte tornou-se bastante popular na década de 1960, sendo usada em praticamente qualquer aplicação: a expressão "Se não souber o que usar, use Helvetica" tornou-se famosa. Em 1983, a empresa Linotype lançou a Neue Helvetica (nome alemão para "Nova Helvetica"), um redesenho otimizado da Helvetica original.

Entre outros usos famosos, a Helvetica é a fonte padrão do sistema de comunicação visual do metrô de São Paulo.

Para seu sistema operacional a Microsoft desenvolveu uma familia tipográfica muito associada à Helvética, a famosa Arial, mas ainda há controvérsias e criticas de que seja uma "cópia inferior". Uma maneira fácil de identificar as duas fontes é através da comparação dos tipos relativos às letras "C", "G", "R" maiúsculos e do "a" e "t" minúsculos:



Em 2007 foi lançado o Helvética A Documentary Film.



Um filme independente sobre tipografia, design gráfico e cultura visual global. Ele olha para a proliferação do tipo (que recentemente comemorou o seu 50 º aniversário em 2007) como parte de uma grande conversa sobre a forma como ele afeta nossas vidas.
Engloba o mundo do design, publicidade, psicologia e comunicação, e convida-nos a ter um segundo olhar para os milhares de palavras que vemos todos os dias. O filme foi filmado em alta definição da localização dos Estados Unidos, Inglaterra, Holanda, Alemanha, Suíça, França e Bélgica.



Simples, racional, direta, limpa, clara e suas controvérsias.
Há quem ame, há quem odeie.

Ironicamente, o post foi escrito em Arial. Mas ainda assim eu apoio o uso da Helvética:



05 março, 2009

Movies #3 - Fevereiro

Com um pouco de atraso...

15 fevereiro, 2009

Movies #2

Vale [muito] a pena ver de novo, e de novo:

Fatal


-É como não ser capaz de poder se colocar em uma posição confortável, porquê...
não importa pra que lado se vire, você está preso.
Estou presa dentro de mim.
Quando penso nas coisas que
acreditava ser importantes...
as brigas com minha mãe...
é estúpido!
Todo o tempo que perdi... dormindo.


Minha vida sem mim


-Quando você olha para uma pessoa pode ver 50% do que ela é, e querer saber o resto, é o que estraga tudo. ...
-Eu menti.. quando falei que, ao olhar para uma pessoa você conhece 50% dela. Creio que quando olho pra você, vejo... não sei, talvez 10%. E esses 10% são...
...

-Não são tão ruins são?


.

"Você nem sequer lamenta a vida que não vai ter..."


A vida secreta das palavras


-Sabe guardar um segredo?
-Sim.

-Tem certeza?

-Sim.

-Te direi, mas terá que se aproximar, falarei no seu ouvido.
Aproxime-se para eu poder dizer. Mais perto.
-Sim.

-Não sei...

nadar.


.

-Como se convive com o passado?

-Com as consequências.
-Como se convive com os mortos?

-Não sei.

Tem que seguir em frente, suponho.


Coisas que nunca te disse


-Não nos damos conta quando estamos felizes, e isso também é injusto. Deveríamos poder viver a felicidade e poder guardá-la para quando ela faltasse...só um pouquinho, como se guarda cereal extra
na dispensa, como o papel higiênico do banheiro.
-Porque você precisa de extra?
-Você não? É feliz?
[...]
-Então, como é ouvir os problemas dos outros no meio da noite?
-Você quer mesmo saber?
-Sim.
-É melhor que ficar em casa e pensar sobre os meus problemas.
-Por isso faz isso?
-Não acho que você tenha ligado para falarmos de mim. Vejo que você parou de chorar.
-Você sabe o que é o amor?
-Não. Por quê?
...

.

"Há muitas coisas que eu gostaria de ter dito a ela.
As coisas que você sempre diz serem as mais importantes. Mas...não é sempre assim?"



Conversas em lavanderias, as (im)possibilidades de fazer/dizer algo, antes de qualquer interrupção (im)prevista; a maneira de explorar com delicadeza solidão, depressão, enfermidade, amores instantâneos, a sensibilidade das coisas que aparentam tão minimas, o que caracteriza e me encanta nos filmes de Isabel Coixet, uma das minhas favoritas, como um post-it escrito: "Você está vivo"