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20 junho, 2010

"Muitos confundem os métodos com as técnicas, sem perceber que os métodos servem para o pensar e o planejar e as técnicas servem para o fazer". - Rodolfo Fuentes. A técnica ou o domínio de um software ilude seus usuários, sem tornar os seus resultados produtos do design. Design é fundamentalmente respostas às indagações ou às necessidades da sociedade, e estas respostas só são verdadeiras quando desenvolvidas com métodos e desígnios e não baseados num toque mágico ou em súbita inspiração. Transformar uma idéia em design requer conhecimento e muito trabalho.

18 junho, 2010

Tomando um ar

Faz mais ou menos uns 3 meses que eu não faço um post real, assim, digno de tomar alguns minutinhos da minha atenção e me colocar a escrever. Isso se chama, projeto de conclusão de curso.
Desde que o ano começou e eu me afundei nos estudos, o tempo pra se dedicar a algum canto que posso chamar de meu foi bem curto.
Hoje, no meu oficial 1° dia de "férias" decidi falar um pouco sobre meus últimos meses, a visão e os preparativos para o próximo semestre.
A começar, como alguns sabem, o meu TGI (ViverCidade) tem como recorte "A Poética do Caos". Será uma análise da qualidade visual da cidade, o estado de ordem e desordem em que o sistema de uma metrópole, como São Paulo, se encontra e como os indíviduos que nele vivem, interagem e modificam a cada ação, cada energia gerada. Com base de tudo, isso é Entropia. As metrópoles cada vez mais, se encontram num estado agudo de entropia.
A nossa proposta é relatar esses constrastes com a linguagem fotográfica e interferir graficamente, proporcionando uma experiência visual tanto no livro, como no vídeo e no hot site, que serão as linhas produzidas.

Esse tempo de pesquisa foi uma experiência e tanto. A importância na leitura, no embasamento, nas justificativas que todo bom projeto de design deve(ria) ter.

Admito que confio muito no meu trabalho e na minha capacidade de coordenar um grupo com mais 3 integrantes. Por conta disso me sobrecarreguei.
Ter responsabilidade na mistura de, muitas vezes, subestimar a capacidade de outrém, eu realmente me sobrecarreguei. Mas ver as turmas do 8° semestre num lugar onde estaremos daqui uns meses, fez com que todos - inclusive eu - tomassem uma chocalhada pra acordar e despertar o espírito literário e criativo que vagava preguiçoso por dentro.

Enfim, a pré monografia foi entregue e as correções nessa última quinta-feira foi um alívio de que o projeto está bem direcionado, faltando um pouco mais de embasamento ali e normas aqui. Não foi exatamente o 10 que toda aluna metódica sonha, mas levando em consideração a exigência da minha orientadora e de que a metade da sala ficou de exame, creio que um 8 foi mais que um alívio.

Mas além de toda responsabilidade que carreguei nas noites em claro, com ansiedade e trabalho árduo, eu ainda tive minhas experiências no meu atual estágio.
Ah essa área! Ah o Design! Me traz mais e mais ânsia de boas ideias ao mesmo tempo que "buga" o cérebro com a cobrança de si e de outrém.

Enfim, queria muito viajar, mas o dever me chama por entre as ruas dessa cidade que eu tanto amo. E nada mais gratificante do que entrar no meu último semestre universitário com uma bagagem e um entusiasmo e tanto pra esse projeto que eu mal posso esperar pra começar, de fato.

02 março, 2010

TGI feelings

Último ano da faculdade é sinônimo de conhecimento, experiência, conclusão, noites em claro regadas à café, vida social nula, resultado do casamento com os integrantes do TGI - Trabalho de Graduação Interdisciplinar.

O tema do TGI pra turma do 7o/8o semestre 2010 de Design gráfico da FMU será:
ViverCidade
O que a cidade traz para nós e o que o design pode trazer para a cidade
Tema abrangente que só houve uma luz no fim do banho, digo, uma luz nas observações desta insana cidade que eu tanto amo, São Paulo, juntamente com o inicio de pesquisas sobre a entropia, o progresso, a destruição e comunicação para o recorte de tema: Poética do caos através da fotografia

As repetidas ações do ser humano no dia a dia, que faz a cidade gerar seu sistema é uma maneira energética de evolução, assim, ocasionando o caos dentro de seus meios. Mas o caos faz parte do equilibrio da humanidade.
Pelo excesso da informação existe a necessidade do homem de se desligar do mundo lá fora, quando na verdade o que está lá fora é o resultado do seu esforço.

O projeto se baseia em retratos da cidade de São Paulo. O que é, o que foi, e o que será afetado por esse meio energético da sua evolução e o equílibrio que gera do seu próprio caos, de maneira poética através do olhar fotográfico, fazendo com que o receptor, (re)conheça um pedaço da capital, que muitas passa despercebido pela correria, ou será irreconhecível pelas intervenções digitais.

É prematuro dizer sobre o produto final, pois só (só?) estamos à 8 meses da entrega. Mas muito provável que isso tudo possa resultar em peças gráficas expostas por uma curadoria ou um livro específico. Mas enfim, a idéia é esta, e a jornada começa agora...

13 novembro, 2009

Lavou, tá novo!



Exercício acadêmico - Técnica de guache lavado
Mais fácil, mais barato e mais divertido que xilogravura.

29 outubro, 2009

Declaração de amor ao Design

"Design é soma, nunca subtração. O estudo é fundamental. Agregar conhecimento nunca é demais, venha ele de onde vier: seja do matuto da cidadezinha do interior que faz banquinhos toscos de três pés ou do acadêmico doutorado no exterior.
Professores não são 'pontes' nem 'facilitadores'. Antes, eles são gente. Alguns com muita experiência profissional e de vida. O tal matuto também é gente. Tão importante para nossa formação quanto o acadêmico, ele é provedor de conhecimento prático, da lida diária e da filosofia aparentemente barata mas igualmente necessária. Óbvio: há acadêmicos e matutos medíocres. Cabe a nós separá-los segundo nossa sensibilidade e critérios próprios.
Diferentemente dos nossos computadores, os 'HDs' da humana raça funcionam melhor à medida em que vão ficando mais cheios de informações e referências. Assim, é nosso dever abrir os olhos para tudo e para todos. Abraçamos uma profissão maravilhosa, que nos permite extrair de tudo (tudo mesmo) um pouco de néctar para nosso pleno desenvolvimento.
Não acredito em dom. Aquilo que as pessoas chamam de 'dom', prefiro chamar de acúmulo de experiências, sejam elas de vida, sensoriais ou profissionais. O fundamental é erguer as antenas e não ter preconceito de captar o novo e o velho com a mesma paixão. Ouvir Bach com o mesmo interesse que a gente ouve música eletrônica contemporânea. Não fechar os olhos para Basquiat só porque a gente gosta de Rembrandt. Ler Cony, Rui Barbosa ou Kundera com a mesma curiosidade infantil. Estudar psicologia, filosofia, línguas, desenho, economia, administração... Abastecer nosso 'arquivo' com o maior número de referências possível. Ter uma visão holística da profissão, não limitando nossa atuação àquela meia dúzia de conceitos pré estabelecidos que um dia nos ensinaram a ver como certos e absolutos.
Mais do que um computador, nosso cérebro se assemelha a um enorme jardim em constante crescimento. Sua arquitetura é a da evolução e da soma. Soma de cores e formas que geram outras cores e formas num movimento perpétuo de pleno desenvolvimento. Crie sempre ambientes que estimulem a criatividade. Freqüente lugares com o faro aguçado e a curiosidade crítica sempre alerta. Olhe com outros olhos. Fareje oportunidades e ângulos novos para seu repertório estético. Faça com que seu universo trabalhe a seu favor, alimentando você constantemente.
Diplomas e certificados? Acumule o mais que puder, mas não os colecione. Colecione, sim, o conhecimento que esses papéis apenas representam. Isso é para sempre! Dê igual importância aos bancos da universidade e aos bancos da praça. Até dá para ser um profissional completo sem os dois, mas o caminho não tem a mesma beleza e a paisagem perde um pouco do viço.
Design é arte? Não! Design é soma. Soma disso tudo que a gente já falou. É arte, ciência, religião, filosofia, psicologia... É conteúdo! É conhecimento na concepção mais sublime da palavra! Design é algo muito grande para ser enquadrado numa definição. É igualmente grandioso para ser colocado à margem de qualquer atividade (pois ele pode estar inserido nessa atividade!)Por fim, questione sempre. Faça intervenções imaginárias no trabalho alheio. Modifique e crie conceitos e linguagens. Faça com que a palavra 'design' ganhe um novo significado para você e para sua vida.
Não deixe que as pessoas tóxicas te contaminem com negativismo acerca da profissão. Como toda atividade, a nossa tem altos e baixos, mas ela é responsável muito mais pelos prazeres do que pelos reveses. Invista nessa nova forma de ver as coisas. O investimento voltará para você multiplicado e revigorado. Lembre-se: o mundo nos oferece uma volta completa todos os dias, com direito às cores, às sensações, às novas experiências, vivências e ainda nos permite levar junto as pessoas que quisermos".

Texto: Morandini
http://blog.morandini.com.br/

19 agosto, 2009

O fim é só o começo

Cada dia que o fim da vida acadêmica se aproxima, mais vejo o início de um ano sem fim, e como se não bastasse, tenho disciplinas adaptáveis acumuladas pra dar e vender. Aí me dizem, " Você ainda tem 1 ano e meio pra tudo isso", e eu respondo: "Só?"
Pra quê vida né?
E eu, que sempre me considerei uma pessoa com baixo-nível de uma atual raridade - e invejo quem tem - a paciência, descobri que, com o MEU trabalho e MINHAS tarefas, ela é algo que impera, quase atingindo ao Nirvana quando praticada. O problema não são as coisas na qual fazemos com paixão e determinação, mas as pessoas envolvidas.
Mas, agora, com o pé direito numa produtora, mais e mais tenho obtido uma postura madura e profissional quanto a certos problemas. E atritos acadêmicos, acabam se tornando miséria e medíocridade perto do abismo real.

Ultimamente tenho tido mais a ânsia, a dúvida, em qual segmento me aprofundar nos próximos passos... Fotografia? Cair de cabeça em motion com After Effects? Ou Web? Ó vida! Porque estou numa área tão fascinante e tão cheia de caminhos? Sei que, quanto mais eu sei das ferramentas gráficas, mais tenho o que aprender. Aí vem os meios digitais e as maravilhas tecnológicas pra aguçar ainda mais a minha sede de conhecimento e a vontade de integra-los. Claro, não adianta também querer ser expert em todos os segmentos que o Design oferece, mas é sempre bom saber que existem caminhos. E ser estudante é só o começo.

25 julho, 2009

Design já!

Às vezes, me pergunto se o mundo realmente está preparado para o design, quando me deparo com clientes que se dão por exigentes, quando na verdade não sabem o que realmente querem e temos que arrancar a essencia de seus pensamentos e necessidades, transpondo magicamente (ou metodicamente?) da forma mais clara, mais óbvia, mais clichê possível. E resta a dúvida, quando se trata de serviços matrimôniais, onde a tradição ainda perdura... Ousar ou não ousar; ter síndrome cartesiana na hora de dispor os elementos ou adequar ao espaço?
Um trabalho dificilmente será aprovado na primeira tentativa, mas acho que notificações em demasia do cliente, me faz perguntar ironicamente: "Estudar design pra que né? Contratar um profissional? Bobagem!".
Eles sempre querem fazer do jeito deles. Ok! Como dizem, cliente sempre vai ter a razão. Mas nem por isso devemos deixar de ter o pulso firme, argumentação, sempre. E é claro, ainda temos muito o que conquistar, inclusive a regulamentação no país.
Não digo que essa falta de informação, de interesse, de necessidade, de reconhecimento do brasileiro pelo design se dá pela palavra gringa ou pela pouca solidez em que a profissão se baseia hoje, mas pela banalização e desvalorização do próprio profissional. Falta feeling, ética e derivados no mercado galera. Design já!

01 julho, 2009

1,2,3

...um passo [ou 4 gatos?] por vez.

Confesso que estava descrente e já até pensei em desistir, quando resolvi dar um passo por vez. Mudei de traços, de Universidade, recorri à diversos recursos que complementassem o conhecimento obtido no meio acadêmico, mas quando mudei o pensamento e voltei a exercitar a minha capacidade e auto confiança, tudo começou a melhorar.
Os sonhos geralmente estão acima do céu, mas quando decidi que um passo valeria mais que degraus duplos, previni o tombo, aprendi que paciência vem com a auto confiança. Hoje, um novo passo, um estágio na qual de conhecimento e amadurecer, ninguém tira.

Uma vez me disseram que a imaginação valia mais do que conhecimento, é bem verdade que ela é essêncial pra nos lançar à lugares, a princípio, inacessiveis, mas sem esforço, de nada vale.

À todos,
1% de inspiração e 99% de transpiração

Um dia eu chego lá...

...e neste caso, eu ainda sou só um macaquinho .

19 junho, 2009

Design #8 (ou tietagem)

"Para maioria das pessoas, design significa aparência. Mas para mim, nada poderia ser tão profundo quanto design. Design é a essência do homem enquanto criação."

"As pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas."
tio Steve Jobs - Apple

Muitos já viram esse vídeo, mas vale a pena colocar aqui:






Realmente, existe vida antes e depois da Apple.

30 maio, 2009

Quando a gente se cobra demais

...dá dor de cabeça; sai de onde estiver com total insignificancia, decepcionado; na volta pra casa, pensa nas possibilidades impensadas; nos caminhos que nos foram mostrados, mas que não houve tempo, não houve processo pra executa-los de maneira adequada. Eu sei, isso nem é desculpa, mas eu que me cobro demais, eu que me encontro numa determinada condição, tenho um certo problema com mediocridade, com meio-termo, com trabalhos mal feitos, porque o que é pra ser feito, que seja bem feito, da melhor maneira possível.

E eu já nem sei o que tem valor hoje.

06 maio, 2009

Protagonistas de uma novela virtual

A necessidade e a ociosidade acaba por nos lançar no universo virtual, onde qualquer indivíduo que tenha acesso, se torne espectador de uma parcela do nosso cotidiano, sentimentos, imagens e informações. Isso acabou se tornando tão habitual quanto escovar os dentes e calçar os sapatos. É claro, que muitas pessoas ainda não são tão adeptas ou estejam à vontade, com qualquer tipo de exposição virtual. E há também quem ultrapasse os limites do bom senso e da privacidade. Mas hoje, o acesso e a integração nesse meio, nos torna cada vez mais protagonistas e espectadores dessa novela virtual.

Eu sempre tive essa afinidade em comunicar, expressar. Blogueira a mais de 3 anos, hoje também estudante de Design, gero e trato a informação de forma adequada, com soluções estéticas e inteligentes, não poderia ficar de fora desse universo que abre muitas portas.
A cada dia que passa, mais e mais novidades estreitam os laços (ou seriam os cabos?) dessa rede sem limites.

Orkut, Blogger, Fotolog, Flickr, Picasa, Youtube, Deviantart, Linkedin, Lastfm e agora no Wordpress - expondo alguns trabalhos acadêmicos - e no Twitter, além de ser colaboradora do Informe Design - Blog de DG - 5° semestre, da FMU junto com Carlos Santana e Victor Campos.

Enjoy!

21 abril, 2009

Soluções gráficas em Cd Covers

Dizem que não se deve julgar um livro pela capa, ou neste caso, um Cd. Hoje, tanto os artistas, quanto os fãs, se preocupam com um bom projeto de Cd covers, buscando a solução pra necessidade em transpor o conteúdo na capa, e claro gerar o marketing.
Eu, quando nem imaginava o que era tipografia e a importância do uso da gestalt em projetos gráficos, muitas vezes comprava Cds pelas capas.

Particularmente, capas de Heavy Metal e alguns álbuns dos anos 80's, a maioria não me agradam; acho exagerados e muitas vezes, sem nexo, causando impactos extremos entre amar e odiar. Salva-se os anos 70's, uma época descontraída, cores e contrastes excêntricas que não encontramos atualmente.

Para análise busquei Cd covers nos meus artistas favoritos, com soluções gráficas no minimalismo, equilibrio, contraste, vetor, o uso adequado da tipografia, a coerência formal [cover+conteúdo]:

Portishead, e o "P" como logo, é impactante. Não sei se foi projetado com a tipografia Impact, mas consegue revelar isso, com bastante semelhança no impacto que ambas causam, e a capa do Third é simplesmente a prova disso, além da simplicidade que muito me agrada:

Portishead - Third



Moodorama - Listen



Metric - Old World Underground, Where Are You Now?



Zero 7 - Simple Things



Massive Attack - Protected



Nouvelle Vague - Rande a Part

O melhor álbum do Marilyn Manson, Holy Wood, não poderia deixar de ter um dos melhores e mais bem elaborados encartes de Cd que eu já vi. Apesar da cover não me agradar muito, o material interno do encarte é fantástico, uma produção com os integrantes da banda, caracterizados em cartas de tarot.


[Mas esse merece um post único... coming soon]


Após algumas pesquisas na internet, encontrei um blog com uma divulgação linkada das 50 melhores capas de cd, segundo a revista Gigwise [?]

Eu não sei que tipo de parâmetro e requisito foram usados para fazer esse tipo de julgamento, mas contesto com boa parte das covers classificadas como melhores, como Nirvana, e aquela capa do bebê nadando; Pinky Floyd e o suspeito prisma; The Clash, num momento rockstar quebrando a guitarra; Aerosmith e o branding na vaca; Velvet Revolver e a banana vetorizada.

Quem quiser, comentem sobre suas covers favoritas.

18 abril, 2009

E tudo começou assim...

Toda criação requer tempo e um processo, e com todas as habilidades e criatividade, minadas durante o desenvolvimento como ser humano, isso não é diferente.
Depois de uma arrumação naquele canto escondido e esquecido da casa, encontrei vários materiais que me fazem entender hoje, o porquê das coisas, enquanto gargalhava com a inocência esquecida, folheando páginas empoeiradas de cadernos da 3ª-4ª série, percebo que eu tinha mais desenhos rabiscados que frações resolvidas.


[Aliens em Saturno e anéis em Júpiter?]



[O Grinch que odeia o Natal?]



[Parecem humanos vestidos de... Vaca? Sapo... Boi?
Estariam eles cantando?]



[Percepção de classes e estilos de vida?]

Mathias olhando desenhos:
"Você tinha uma coisa com cabelos enrolados".

Realmente!
Eu não gostava do fato de ter aquele cabelo chanel escorrido na cara, durante toda minha vida escolar.



[Entendi porque não me contento com 9]

04 abril, 2009

Aquisições para designers #1

Super trunfo agora na versão tipográfica.



Desenvolvido pelo designer Rick Banks, esse jogo nostálgico, hoje é produto de aquisição para designers, diretores de arte, tipógrafos, publicitários...

Como um Super Trunfo normal, exibem uma série de dados sobre cada fonte, como o ano de criação, preço, legibilidade, marca famosa que a utiliza etc, além de uma diagramação bem elaborada.



Piada nerd na aula de Proj. gráfico:

"Super trunfo? Vamos fazer Magic Type!"
"Eu invoco Guntenberg! E o seu poder é tipos móveis e facas especiais!"

Huahuaha

25 março, 2009

May Cell Phone

Após 6 anos enferrujada - antes Macromedia, hoje Adobe - meu "primeiro" teste em Flash para disciplina de Animação e vídeo.

Uma animação curtissíma que talvez passe por ajustes, mas até então o resultado é esse:



se não conseguir visualizar, veja pelo youtube

Softwares:
Illustrator CS2
Flash CS3

Em breve, blog com trabalhos acadêmicos.

19 março, 2009

Helvética: Amor ou ódio?

A Helvetica é uma família tipográfica sem-serifa, considerada como uma das mais populares ao redor do mundo. Devido às preocupações que originaram seu desenho, é uma das fontes mais associadas ao modernismo no design gráfico.



D
esenvolvida por Max Miedinger com Eduard Hoffmann em 1957 para a Haas Type Foundry em Münchenstein, Suíça. Seu título é derivado de Helvetia, o nome latino da Suíça, mas resolveram mudar para Helvética pois o nome soaria patriota demais. A fonte é baseada em uma tipografia mais antiga chamada Akzidenz Grotesk, criada em 1898.

A fonte tornou-se bastante popular na década de 1960, sendo usada em praticamente qualquer aplicação: a expressão "Se não souber o que usar, use Helvetica" tornou-se famosa. Em 1983, a empresa Linotype lançou a Neue Helvetica (nome alemão para "Nova Helvetica"), um redesenho otimizado da Helvetica original.

Entre outros usos famosos, a Helvetica é a fonte padrão do sistema de comunicação visual do metrô de São Paulo.

Para seu sistema operacional a Microsoft desenvolveu uma familia tipográfica muito associada à Helvética, a famosa Arial, mas ainda há controvérsias e criticas de que seja uma "cópia inferior". Uma maneira fácil de identificar as duas fontes é através da comparação dos tipos relativos às letras "C", "G", "R" maiúsculos e do "a" e "t" minúsculos:



Em 2007 foi lançado o Helvética A Documentary Film.



Um filme independente sobre tipografia, design gráfico e cultura visual global. Ele olha para a proliferação do tipo (que recentemente comemorou o seu 50 º aniversário em 2007) como parte de uma grande conversa sobre a forma como ele afeta nossas vidas.
Engloba o mundo do design, publicidade, psicologia e comunicação, e convida-nos a ter um segundo olhar para os milhares de palavras que vemos todos os dias. O filme foi filmado em alta definição da localização dos Estados Unidos, Inglaterra, Holanda, Alemanha, Suíça, França e Bélgica.



Simples, racional, direta, limpa, clara e suas controvérsias.
Há quem ame, há quem odeie.

Ironicamente, o post foi escrito em Arial. Mas ainda assim eu apoio o uso da Helvética:



02 fevereiro, 2009

Design #7

5° semestre iniciando e eu estou de casa nova.

É difícil tomar alguns rumos sem olhar pra trás, sem um pouco da covardia que assola quando as malas foram desfeitas a mais de 2 anos; quando ainda não aprendeu a lição do desprendimento; quando havia projetado o futuro, mesmo que incerto, e de repente, tudo muda, os rostos, os caminhos, o tempo, o suor... Sem contar o medo do que está do outro lado da porta dessa nova casa. Mas a vida, acadêmica principalmente, é assim, com idas e vindas, aprendizados e lembranças que não foram em vão. Nada é em vão.
Eu não estou levando uma pequena caixa, mas uma bagagem, suficiente pra usar daqui pra frente, e reservando bolsos pra preenche-los logo mais.

13 janeiro, 2009

Design #6

What really matters to you / me ?




We Think - Mass inovation, not mass production



*Design Sustentável