28 setembro, 2006

Admirável Virtual Mundo Novo: Verdades e mentiras se difusam

Comodidade e surrealismo são as palavras desse mundo, hoje.
É o contato virtual dentro de digitações e imagens que nos fazem viajar em mundos sem fronteiras.
Você pode ser você, você pode interpretar.
Uns são premeditáveis outros voluveis. Tanto faz a forma que se apresenta dentro deste mundo surreal. Onde cada um busca o que mais lhe agrada ou apetece.
Tudo parece perfeito. Um cenário adequado, onde os pensamentos fluem e interagem com outros pensamentos mesmo que em distancia psicológica e física.
As correlações podem ser conferidas a cada troca de informações. Cada minuto gasto nesta tela parece a entrada para um mundo na qual não lhe pertence. Ansiando cada vez mais o desenvolvimento de novas idéias, e extremidades tentando buscar "um lugar ao Sol". Surtos e difusões do que realmente são ou não.
A cada contradição, uma ilusão.
A cada inexistencia uma sentença.
Respirando esse mundo virtual, cegueira e consciência tomam conta de cada um, de forma incontrolavél e insasiavel, conseguindo testar a capacidade de interação e observação de cada perfil. Dando a oportunidade vantajosa de saber de que forma reagir e agir com cada um.

Bem vindo a este mundo extremo, onde os mesmos se fundem e fendam novos caminhos.

05 setembro, 2006

Fantasmas, recaidas e conspirações de Murphy

Tarde de domingo percebi o quanto ainda o sinto, mesmo que uma chama quase extinguindo.
Manhã de segunda, falo por MSN com um amigo, o quanto sinto falta do fantasma, e o quanto sinto-me mal de procurar e chegar ao mesmo ponto que parti.
A tarde se passou, e nada mudou.
Tudo conspirou pra que eu saisse mais tarde daquele inferno de avenida;
Que estivesse tão frio a ponto de não querer esperar o onibus que normalmente pego;
Conspirou pra que eu quase perdesse um outro ônibus, mas ele esperasse eu embarcar;
Pra que eu sentasse a vista num corredor e não pegasse no sono ao som de Lacuma Coil, e o destino passasse naquela rua e alguém embarcasse no mesmo...
E por fim olhasse pra mim em súbita surpresa duvidosa e angustiante;
Ficasse ambos aparentemente e completamente desnorteados.
Os mesmos sentidos quando o vi pela ultima vez
Foi como um flashback de 1.290 dias passassem na minha mente em segundos.
Pensava o que ele lia?
O que ele andava ouvindo?
O que ele pensava?
Será que ele gosta mesmo daquela pessoa que está ao seu lado atualmente?
Será que ele ainda sente o mesmo que eu?
Será que algum dia poderia vê-lo da mesma forma que o via?
... tudo isso enquanto o observava a 1m de mim, olhando sua perna próxima ao corredor e suas mãos que um dia tocaram meu rosto, seguravam seu assento da frente.
Chego ao meu ponto final, vejo seu rosto refletido no vidro, acordando de um sono. E olhando pra fora, aquele local parecia-lhe familiar, sim o meu ponto final... E assim eu desço, e ele continua, aguardando mais 3 pontos até seu destino.

Eu desço a rua deserta, escura e fria, juntamente com minhas lágrimas que congelam sob as ventanias e se perdem no ar, na pele e nos cabelos.
Chego ao meu lar, reviro entre portas e roupas um unico lugar onde se mantem intactas todas as promessas escritas, todas as imagens estampadas...















... e vejo as substituições , as incoerências, os esquecimentos, a banalização, os desgastos e perdas de tempo, e por fim concluo,
ainda sinto...

Preciso partir, o que deveria ter feito à mais de 10 meses.

04 setembro, 2006

Comparações

Intrigante e incrivel a capacidade de comparar. Ou seja estabelece semelhanças ou diferenças de "N" coisas dos substantivos.
É muito engraçado ver a falta de atividade que tem uma pessoa que o faz.
Eu adoro provocar reações que emputecem individuos com atividade em zero escala de satisfação própria. Afinal quem compara minhas ações não são capazes de supera-las, fica a todo instante tentando chamar atenção de forma crítica aos outros.
Cópias também são como artíficios da mesma categoria.
Ah por mim tanto faz. Melhor, pior, igual, diferente. Eu sei que no fim isso não passa de bode expiatório.

01 setembro, 2006

Substituições...

...são tão fáceis e rápidas como trocar de roupa...

Um curto vão de ausência faz o que até então fosse importante ser substituido por uma imgem ou uma atração voluvel.
Seres humanos costumam mudar de idéia da mesma forma que mudam de roupa rs

Bem isso foi apenas um comentário esdruchulo pra descontrair esse fato que ainda não foi digerido.
Mas de qualquer forma eu continuarei analisando as pessoas e suas ações. Afinal a inercia da minha fisica fala mais que a minha filosofia.
Posso ser um ser com aptidões pra sentir, mas sou mto mais analitica e prefiro sentar pegar minha pipoca e ver o teatro alheio.

Mas de qualquer forma prefiro permanecer ao lado de alguém seja lá de que forma seja, do que não permanecer e ainda por cima ver cenas fervorosas de camarote.
Passei pra esse assento e até que não tá sendo tão ruim... Huahuahuhaua

Malvada mode: on [off]


Mas finalizando: Eu não quero entender e mto menos condenar ninguem, afinal quem sou eu pra fazer isso se na historia e no fim dela sou sempre eu que sou condenada.
Essa pancada até que é boa, já estou acostumando, mas prefiro ficar quietinha no meu canto comendo minha pipoca.

23 agosto, 2006

Just feeling por Feelings

Há alguns meses atrás (...)

Bem antes de tudo isso, eu confesso que eu tentava entender a obscuridade dentro da cabeça alheia e o "porquê" das coisas. De tudo que errava o alvo ou decaía.
Após uma viagem (em ambos os sentidos), eu me dei conta de que eu poderia mover o mundo e devolver algo perdido pra alguém, mas que jamais entenderia a cabeça dela. Afinal as verdades estão guardadas dentro da nossa caixinha chamada auto preservação e particularidades. E quanto mais você tenta se adentrar, mais distante da conclusão e da pessoa você fica.
Pois bem, quando eu realmente me dei conta de que isso seria pura perda de tempo e que ela se afastava cada vez mais de mim por isso, e por algum instinto próprio de repulsão, eu parei e pensei:
"O que eu estou fazendo? Não quero isso! Se eu não quero que as pessoas tentem decifrar-me, meu passado e meus enigmas, porque eu quero decifrar essa incógnita estampada em seu rosto? Ela não quer ser decifrada. Se quisesse seria mais clara e comum como qualquer um por aqui"

Foi a partir daí que me livrei de todas as encanações possiveis e imaginaveis dessa luta contra algo indecifravel; que eu passei a usar mais o respeito; que eu parei de querer entender o que está fora e tentar negar o que está aqui dentro.

Não preciso entender; não quero entender; nem as minhas, e muito menos as suas.
Só precisamos deixar que as coisas venham ao nosso encontro.

Filosofias e razões vitais me trouxeram o que prova minha existência aqui, que é uma coisa essencial: Sensações.
Amor/ódio, alegria/tristeza, cura/dor, paz/angustia; seja lá qual for.

Me tornei alguém com aptidão aguçada para sentir. Sem querer negar ou arrancar de mim qualquer tipo de reação.

Não esqueça que você tem uma vida pra cuidar; Não tente decifrar; Não seja teimoso; Não aconselhe; Não seja o dono da razão absoluta perante os questionamentos de outrém; Deixe os segundos virem em sua direção.

Não tente entender, simplesmente sinta - Os sentimentos, os sentidos, as sensações - Just feelling.

16 agosto, 2006

Mais um pra contar...porém nem sempre igual ao terminar

Hoje, o dia amanheceu novamente, descendo uma rua deserta, vendo o Sol nascer longe entre morros e casas, imaginando como seria paralisar aquele fenõmeno atraves de uma "pic".

Mas eu continuei inerte... A cada passo que eu dava permanecia de cabeça baixa, com meus longos cabelos na face conforme o vento vinha em direção a eles, me deparei com rostos eloquentes ou talvez inconsequentes.
Passei o dia ouvindo o som dos teclados sendo acionados, e com cliques, uma janela virtual aberta.
Carros entre buzinas alucinadas lançavam seu teor destrutivo naquela avenida que mais parece um inferno.
Quando olhei pro relógio, sim aquele que eu aboli à 3 meses, o Sol já havia se posto.
E o caminho de volta foi o mesmo.
Ao sentir-me acolhida em meu recinto, continuava com tal angústia.
Tentando me convencer de que eu sou e estou completamente errada.

Algo mudou nessa noite...

11 agosto, 2006

Status: OFF em inércia


Alone...
Always searching something... but the somenthing, it does't want to be found.

09 agosto, 2006

Vulnerável

É assim que eu me sinto...
Cada vez que eu "baixo a guarda" das minhas fortalezas racionais, deixando em evidências todas as minhas confianças depositadas.
Cada vez que eu acredito que tudo pode mudar; que tudo pode ser diferente; que a esperança bate e vai embora subitamente, transformando todas as formas mutantes; deixando meus sentimentos e espontaneidade nus.
Por mais que insisto em não entender tudo à minha volta, tudo que faz provar minha existência, e em sempre acreditar e querer SENTIR toda a presença de cada forma que me vem à tona; sem a minha ordem, sem a minha permissão de entrar por esta porta; cada sensação, um fragmento, que dói, que persiste em ficar, e deixar-me cada vez mais... vulnerável.
NADA no presente é o maior culpado de tudo isso a não ser a minha dor e medo passado.
Eu me impulsiono, mas eu tenho medo. E a cada passo que eu dou em pró de melhoria, eu dou 3 passos pra trás por medo.
Continuo eu inerte, a espera?
Queria decifrar. Queria por alguns segundos ter a certeza.

04 julho, 2006

O começo...

Criação do Blog: Em algum dia do mês de Junho.
Coragem e tempo pra postar e expor (em partes) os fatos, pensamentos, ansias e idéias pertinentes em minha mente: Só agora, eis aqui o post.
O começo;
As histórias;
As filosofias e pensamentos;
A exposição...