...dá dor de cabeça; sai de onde estiver com total insignificancia, decepcionado; na volta pra casa, pensa nas possibilidades impensadas; nos caminhos que nos foram mostrados, mas que não houve tempo, não houve processo pra executa-los de maneira adequada. Eu sei, isso nem é desculpa, mas eu que me cobro demais, eu que me encontro numa determinada condição, tenho um certo problema com mediocridade, com meio-termo, com trabalhos mal feitos, porque o que é pra ser feito, que seja bem feito, da melhor maneira possível.
E eu já nem sei o que tem valor hoje.
30 maio, 2009
16 maio, 2009
Esperança é foda né!?
Só aparece quando bem entende.
Há tempos, não recebia sua visita, e sem querer, hospedou-se por aqui durante a semana, e sabe-se lá se seu passaporte tem validade.
Há tempos, não recebia sua visita, e sem querer, hospedou-se por aqui durante a semana, e sabe-se lá se seu passaporte tem validade.
15 maio, 2009
Dialogando #3 [Ou papo furado no gmail]
-Eu perdi muita coisa desse email... Vc's estão combinando oq ?
um kart / boliche ou pra sair no sábado?
-Sábado = pizza, é certeza, e VOCÊ VAI! ;P
Kart e/ou boliche, é pra uma próxima. A não ser que vc queira dirigir kart comendo pizza, com uma bola de boliche no colo e os pinos no rabo!
um kart / boliche ou pra sair no sábado?
-Sábado = pizza, é certeza, e VOCÊ VAI! ;P
Kart e/ou boliche, é pra uma próxima. A não ser que vc queira dirigir kart comendo pizza, com uma bola de boliche no colo e os pinos no rabo!
08 maio, 2009
Cheiro de casa
O quarto passa a ser sempre o único lugar que nos mantém ímpar de qualquer coisa externa que atinja o peito, ou que nos lança em corredores de circunstâncias e portas de escolhas, mas nem sempre o quarto tem cheiro de casa.
O quarto é o que nos equilibra sobre a tênue linha entre a razão e os sonhos, mas as vezes queremos que ambos estejam presentes nesse quarto, tecendo as cortinas que permitem entrar um ar menos imundo.
Nesse mundo, haverá sempre dois mundos, ou melhor, haverá sempre quartos com portas, abrindo e fechando, misturando o ar dos sonhos com a realidade.
E nos bons momentos existe sempre um cheiro característico de algum cômodo. Mas é nos ombros que se sente o cheiro de casa; quando o atormento bate à porta e sorrateiramente adentra pelos vãos das barreiras, misturados às particulas de pó, furtando a inôcencia e lubrificando os olhos com as mais limpidas lágrimas.
O cheiro de lar sobre o ombro de quem ama é onde se encontra o fôlego pra esse ar rarefeito, nos tornando menos imperfeitos, diminutos, fatigados com esse mundo, prontos pra fechar portas e abrir janelas.
O quarto é o que nos equilibra sobre a tênue linha entre a razão e os sonhos, mas as vezes queremos que ambos estejam presentes nesse quarto, tecendo as cortinas que permitem entrar um ar menos imundo.
Nesse mundo, haverá sempre dois mundos, ou melhor, haverá sempre quartos com portas, abrindo e fechando, misturando o ar dos sonhos com a realidade.
E nos bons momentos existe sempre um cheiro característico de algum cômodo. Mas é nos ombros que se sente o cheiro de casa; quando o atormento bate à porta e sorrateiramente adentra pelos vãos das barreiras, misturados às particulas de pó, furtando a inôcencia e lubrificando os olhos com as mais limpidas lágrimas.
O cheiro de lar sobre o ombro de quem ama é onde se encontra o fôlego pra esse ar rarefeito, nos tornando menos imperfeitos, diminutos, fatigados com esse mundo, prontos pra fechar portas e abrir janelas.
07 maio, 2009
Dialogando #2
-Vamos lá amanhã!?
-Não posso, vou discutir a relação com uma garota. Terminamos já, mas precisamos trocar nossos pertences.
-Nem sabia que tinha começado.
-Pois é...
-Não sei o que é pior, ir até lá ou voltar de lá. Mas eu evitaria toda essa fadiga, modernidade serve pra isso... Sei lá, Fedex, fede menos.
-Não posso, vou discutir a relação com uma garota. Terminamos já, mas precisamos trocar nossos pertences.
-Nem sabia que tinha começado.
-Pois é...
-Não sei o que é pior, ir até lá ou voltar de lá. Mas eu evitaria toda essa fadiga, modernidade serve pra isso... Sei lá, Fedex, fede menos.
Dialogando #1
-Você não sabe como é meu queixo!
-Claro que eu sei! Te conheci só com um bigodinho safado!
-Não sabe não! E se eu morrer e só sobrar meu queixo? Você não vai reconhece-lo!
-Huahauahaua Então tira a barba!
-Não! ¬¬
[Agora eu já posso reconhece-lo]
-Claro que eu sei! Te conheci só com um bigodinho safado!
-Não sabe não! E se eu morrer e só sobrar meu queixo? Você não vai reconhece-lo!
-Huahauahaua Então tira a barba!
-Não! ¬¬
[Agora eu já posso reconhece-lo]
06 maio, 2009
Protagonistas de uma novela virtual
A necessidade e a ociosidade acaba por nos lançar no universo virtual, onde qualquer indivíduo que tenha acesso, se torne espectador de uma parcela do nosso cotidiano, sentimentos, imagens e informações. Isso acabou se tornando tão habitual quanto escovar os dentes e calçar os sapatos. É claro, que muitas pessoas ainda não são tão adeptas ou estejam à vontade, com qualquer tipo de exposição virtual. E há também quem ultrapasse os limites do bom senso e da privacidade. Mas hoje, o acesso e a integração nesse meio, nos torna cada vez mais protagonistas e espectadores dessa novela virtual.
Eu sempre tive essa afinidade em comunicar, expressar. Blogueira a mais de 3 anos, hoje também estudante de Design, gero e trato a informação de forma adequada, com soluções estéticas e inteligentes, não poderia ficar de fora desse universo que abre muitas portas.
A cada dia que passa, mais e mais novidades estreitam os laços (ou seriam os cabos?) dessa rede sem limites.
Orkut, Blogger, Fotolog, Flickr, Picasa, Youtube, Deviantart, Linkedin, Lastfm e agora no Wordpress - expondo alguns trabalhos acadêmicos - e no Twitter, além de ser colaboradora do Informe Design - Blog de DG - 5° semestre, da FMU junto com Carlos Santana e Victor Campos.
Enjoy!
Eu sempre tive essa afinidade em comunicar, expressar. Blogueira a mais de 3 anos, hoje também estudante de Design, gero e trato a informação de forma adequada, com soluções estéticas e inteligentes, não poderia ficar de fora desse universo que abre muitas portas.
A cada dia que passa, mais e mais novidades estreitam os laços (ou seriam os cabos?) dessa rede sem limites.
Orkut, Blogger, Fotolog, Flickr, Picasa, Youtube, Deviantart, Linkedin, Lastfm e agora no Wordpress - expondo alguns trabalhos acadêmicos - e no Twitter, além de ser colaboradora do Informe Design - Blog de DG - 5° semestre, da FMU junto com Carlos Santana e Victor Campos.
Enjoy!
Review - Show do Richie Kotzen
[01.05.09] - Manifesto
Todo pós-show, eu tento fazer porcamente um review, mas é apenas pra registrar, porque essa não é umas das minhas especialidades.
[30-04] -22hs - Cheguei e avistei um aglomerado de pessoas na porta do Manifesto e dele uma fila virava a esquina e se estendia pela calçada. Por sorte encontramos a Bia - companheiras e guerreiras, sempre seremos quando o assunto é show do Kotzen em SP. E por azar encontramos um ser Abissal que falava mais com as mãos do que com a boca.
Eu não olhava pro relógio por tantas vezes, talvez abrisse o celular, mas não via de fato quantas horas se passaram, porque a ansiedade batia muito mais dentro do que fora, mas sei que demorou muito pra casa abrir e colocar todo aquele povo pra dentro, listando nome por nome.
Banda de abertura, Madgator, que agradou quem esperava pelo show, desagradou quem não sabia do tira gosto, aumentando a espera e o cansaço nas pernas.
Na apresentação alertaram para que desligassemos os flashes, pois o Kotzen estava sensível à luz - o que levantou algumas questões discutidas lá fora.
Quase 2hs da matina Richie Kotzen entrou no palco do Manifesto e é claro que ninguem levou em consideração o alerta, e flashes iluminavam o palco e a platéia, entre pulos e gritos durante "You can't save me" seguida de "Misundestood".
O inicio do show foi um tanto estranho, pois sua voz parecia cansada e baixa, a qualidade do som alterada, ouvindo mais o público do que os acordes.
Seguindo assim por:
"What is"
"High"
"Fooled again"
"Faith"
"So cold"
"Doing what the devil says to do"
"Bad things"
"Everything good"
"Remember"
"I'm losin you", dando uma pequena pausa e gerando dúvidas se eles voltariam ou não para o palco.
Pela estreita escada à direita do palco, ele desce e prossegue, mostrando o que realmente sabe fazer, agradacer com um "obrigado São Paulo" e colocar a galera pra pular em "Socialite".
Seguida por "All along the watchtower"
"Sarah smile"
"Shine"
"Go faster"
"Losing my mind"
"Stand"*
*Set list eu peguei em uma das comunidades, e não sei se algumas músicas estão corretas porque há 2 músicas da qual eu não conhecia.
Mas enfim, foram 2hs de puro Rock'n Roll como só o Kotzen sabe fazer.
E pra finalizar faltou dizer que o baixista do show de 2007 - não sei o nome dele - fez muita falta pra contracenar entre caras e bocas, solos e dancinhas, divididas no palco.
A cara de sono, o novo estilão contestável do Kotzen, com uma mistura de rockstar, mendigo, newhippie e Jesus cristo, fez a sua marca, na passagem pela noite fria paulistana.
Richie Kotzen sempre mostra - no ápice da expressão - ser MUITO FODA ao vivo e a cores, e é sempre um bom show, que vale a pela o valor, a espera e o cansaço. Deixando sempre aquele sabor de quero mais.
Fotos ruins, pela baixa capacidade da câmera e pelas condições das luzes. [link será removido em breve]
Videos:
High
Everything good
Faith
Remember
30 abril, 2009
Signs
Sometimes is all u need.
A simple short film about communication.
Created by Publicis Mojo and @RadicalMedia
Director: Patrick Hughes
Comunicação é tudo.
Seja lá qual for a maneira de se expressar.
A simple short film about communication.
Created by Publicis Mojo and @RadicalMedia
Director: Patrick Hughes
Comunicação é tudo.
Seja lá qual for a maneira de se expressar.
25 abril, 2009
Memórias inventadas (ou A pequena M.)
A pequena M. já se atraía pelo obscuro e por todas as coisas que lhe eram negadas, que colocavam como proibidas. E assim, nada lhe impediu que simulasse uma febre, pra ficar mais longe das frações e mais perto da quimíca, ou melhor, daquele termômetro, daquela ponta prateada, líquida e fria, que diziam que causava doenças pra distancia-la do perigo. E assim, na euforia, A pequena M. derrubou o termômetro do braço ao chão, ajoelhou-se pra juntar os cacos e esconder a sujeira, e então se deparou, com todas aquelas gotas esparramadas, que não se juntam com o resto do resto, e pasma, tomou coragem e tentou apalpar, cutucar, pegar com a palma da mão, dividir aquela fluidez fascinante, aquele líquido prateado, que mais pareciam bolas de metal, que jamais se misturariam com qualquer outra coisa que não fosse ele mesmo.
E então A pequena M. se deu conta, de aquilo já havia ultrapassado o nível da curiosidade e que aquela "anormalidade" só provou que deveria esconder o objeto quebrado por alguns dias numa gaveta, até ser descoberto pela mãe, que deu mais sermões pelas mentiras do que pelos riscos da toxicologia.
Não houve fadiga, nem dores de cabeça, muito menos hipertensão, mas toda essa atração pelo que apontam como Não, foi o bastante pra A pequena M. descobrir que nem tudo que reluz é ouro, mas enquanto for consistente, não será como os demais.
E então A pequena M. se deu conta, de aquilo já havia ultrapassado o nível da curiosidade e que aquela "anormalidade" só provou que deveria esconder o objeto quebrado por alguns dias numa gaveta, até ser descoberto pela mãe, que deu mais sermões pelas mentiras do que pelos riscos da toxicologia.
Não houve fadiga, nem dores de cabeça, muito menos hipertensão, mas toda essa atração pelo que apontam como Não, foi o bastante pra A pequena M. descobrir que nem tudo que reluz é ouro, mas enquanto for consistente, não será como os demais.
21 abril, 2009
Soluções gráficas em Cd Covers
Dizem que não se deve julgar um livro pela capa, ou neste caso, um Cd. Hoje, tanto os artistas, quanto os fãs, se preocupam com um bom projeto de Cd covers, buscando a solução pra necessidade em transpor o conteúdo na capa, e claro gerar o marketing.
Eu, quando nem imaginava o que era tipografia e a importância do uso da gestalt em projetos gráficos, muitas vezes comprava Cds pelas capas.
Particularmente, capas de Heavy Metal e alguns álbuns dos anos 80's, a maioria não me agradam; acho exagerados e muitas vezes, sem nexo, causando impactos extremos entre amar e odiar. Salva-se os anos 70's, uma época descontraída, cores e contrastes excêntricas que não encontramos atualmente.
Para análise busquei Cd covers nos meus artistas favoritos, com soluções gráficas no minimalismo, equilibrio, contraste, vetor, o uso adequado da tipografia, a coerência formal [cover+conteúdo]:
Portishead, e o "P" como logo, é impactante. Não sei se foi projetado com a tipografia Impact, mas consegue revelar isso, com bastante semelhança no impacto que ambas causam, e a capa do Third é simplesmente a prova disso, além da simplicidade que muito me agrada:

Portishead - Third

Moodorama - Listen

Metric - Old World Underground, Where Are You Now?

Zero 7 - Simple Things

Massive Attack - Protected

Nouvelle Vague - Rande a Part
O melhor álbum do Marilyn Manson, Holy Wood, não poderia deixar de ter um dos melhores e mais bem elaborados encartes de Cd que eu já vi. Apesar da cover não me agradar muito, o material interno do encarte é fantástico, uma produção com os integrantes da banda, caracterizados em cartas de tarot.

[Mas esse merece um post único... coming soon]
Após algumas pesquisas na internet, encontrei um blog com uma divulgação linkada das 50 melhores capas de cd, segundo a revista Gigwise [?]
Eu não sei que tipo de parâmetro e requisito foram usados para fazer esse tipo de julgamento, mas contesto com boa parte das covers classificadas como melhores, como Nirvana, e aquela capa do bebê nadando; Pinky Floyd e o suspeito prisma; The Clash, num momento rockstar quebrando a guitarra; Aerosmith e o branding na vaca; Velvet Revolver e a banana vetorizada.
Quem quiser, comentem sobre suas covers favoritas.
Eu, quando nem imaginava o que era tipografia e a importância do uso da gestalt em projetos gráficos, muitas vezes comprava Cds pelas capas.
Particularmente, capas de Heavy Metal e alguns álbuns dos anos 80's, a maioria não me agradam; acho exagerados e muitas vezes, sem nexo, causando impactos extremos entre amar e odiar. Salva-se os anos 70's, uma época descontraída, cores e contrastes excêntricas que não encontramos atualmente.
Para análise busquei Cd covers nos meus artistas favoritos, com soluções gráficas no minimalismo, equilibrio, contraste, vetor, o uso adequado da tipografia, a coerência formal [cover+conteúdo]:
Portishead, e o "P" como logo, é impactante. Não sei se foi projetado com a tipografia Impact, mas consegue revelar isso, com bastante semelhança no impacto que ambas causam, e a capa do Third é simplesmente a prova disso, além da simplicidade que muito me agrada:

Portishead - Third

Moodorama - Listen

Metric - Old World Underground, Where Are You Now?

Zero 7 - Simple Things

Massive Attack - Protected

Nouvelle Vague - Rande a Part
O melhor álbum do Marilyn Manson, Holy Wood, não poderia deixar de ter um dos melhores e mais bem elaborados encartes de Cd que eu já vi. Apesar da cover não me agradar muito, o material interno do encarte é fantástico, uma produção com os integrantes da banda, caracterizados em cartas de tarot.

[Mas esse merece um post único... coming soon]
Após algumas pesquisas na internet, encontrei um blog com uma divulgação linkada das 50 melhores capas de cd, segundo a revista Gigwise [?]
Eu não sei que tipo de parâmetro e requisito foram usados para fazer esse tipo de julgamento, mas contesto com boa parte das covers classificadas como melhores, como Nirvana, e aquela capa do bebê nadando; Pinky Floyd e o suspeito prisma; The Clash, num momento rockstar quebrando a guitarra; Aerosmith e o branding na vaca; Velvet Revolver e a banana vetorizada.
Quem quiser, comentem sobre suas covers favoritas.
18 abril, 2009
E tudo começou assim...
Toda criação requer tempo e um processo, e com todas as habilidades e criatividade, minadas durante o desenvolvimento como ser humano, isso não é diferente.
Depois de uma arrumação naquele canto escondido e esquecido da casa, encontrei vários materiais que me fazem entender hoje, o porquê das coisas, enquanto gargalhava com a inocência esquecida, folheando páginas empoeiradas de cadernos da 3ª-4ª série, percebo que eu tinha mais desenhos rabiscados que frações resolvidas.

[Aliens em Saturno e anéis em Júpiter?]

[O Grinch que odeia o Natal?]

[Parecem humanos vestidos de... Vaca? Sapo... Boi?
Estariam eles cantando?]

[Percepção de classes e estilos de vida?]
Mathias olhando desenhos:
"Você tinha uma coisa com cabelos enrolados".

Realmente!
Eu não gostava do fato de ter aquele cabelo chanel escorrido na cara, durante toda minha vida escolar.

[Entendi porque não me contento com 9]
Depois de uma arrumação naquele canto escondido e esquecido da casa, encontrei vários materiais que me fazem entender hoje, o porquê das coisas, enquanto gargalhava com a inocência esquecida, folheando páginas empoeiradas de cadernos da 3ª-4ª série, percebo que eu tinha mais desenhos rabiscados que frações resolvidas.
[Aliens em Saturno e anéis em Júpiter?]
[O Grinch que odeia o Natal?]
[Parecem humanos vestidos de... Vaca? Sapo... Boi?
Estariam eles cantando?]

[Percepção de classes e estilos de vida?]
Mathias olhando desenhos:
"Você tinha uma coisa com cabelos enrolados".

Realmente!
Eu não gostava do fato de ter aquele cabelo chanel escorrido na cara, durante toda minha vida escolar.
[Entendi porque não me contento com 9]
10 abril, 2009
Eu, que morri à um tempo, renasci diversas vezes.
Morri de novo com toda força que tinha descoberto, com todo amor que achava certo. Mas leva um tempo, e renascemos de novo, e de novo e de novo, até morrer de vez.
Saio sem saber se volto.
Volto sem saber se fico.
Fico presa à todas as coisas que me fizeram morrer, à cada lágrima escondida, à cada dor sem fala.
Eu, que um dia vivi, cerro os olhos no melhor momento, com toda essência que não cabe mais aqui, pra esquecer do tempo que voa lá fora e do que um dia jamais se tornou realidade em todas as preces, de que a flagelação já não tocasse com tanta força o que resta, pra dizer que o amanhã é certo, pra dizer que está tudo bem.
Morri de novo com toda força que tinha descoberto, com todo amor que achava certo. Mas leva um tempo, e renascemos de novo, e de novo e de novo, até morrer de vez.
Saio sem saber se volto.
Volto sem saber se fico.
Fico presa à todas as coisas que me fizeram morrer, à cada lágrima escondida, à cada dor sem fala.
Eu, que um dia vivi, cerro os olhos no melhor momento, com toda essência que não cabe mais aqui, pra esquecer do tempo que voa lá fora e do que um dia jamais se tornou realidade em todas as preces, de que a flagelação já não tocasse com tanta força o que resta, pra dizer que o amanhã é certo, pra dizer que está tudo bem.
04 abril, 2009
Aquisições para designers #1
Super trunfo agora na versão tipográfica.

Desenvolvido pelo designer Rick Banks, esse jogo nostálgico, hoje é produto de aquisição para designers, diretores de arte, tipógrafos, publicitários...
Como um Super Trunfo normal, exibem uma série de dados sobre cada fonte, como o ano de criação, preço, legibilidade, marca famosa que a utiliza etc, além de uma diagramação bem elaborada.

Piada nerd na aula de Proj. gráfico:
"Super trunfo? Vamos fazer Magic Type!"
"Eu invoco Guntenberg! E o seu poder é tipos móveis e facas especiais!"
Huahuaha

Desenvolvido pelo designer Rick Banks, esse jogo nostálgico, hoje é produto de aquisição para designers, diretores de arte, tipógrafos, publicitários...
Como um Super Trunfo normal, exibem uma série de dados sobre cada fonte, como o ano de criação, preço, legibilidade, marca famosa que a utiliza etc, além de uma diagramação bem elaborada.
Piada nerd na aula de Proj. gráfico:
"Super trunfo? Vamos fazer Magic Type!"
"Eu invoco Guntenberg! E o seu poder é tipos móveis e facas especiais!"
Huahuaha
01 abril, 2009
É tudo mentira!
Foi-se o tempo em que pregávamos peças em quem quer que seja, com a desculpa do dia da mentira, dia que permitia ser qualquer coisa que não valia em qualquer outro dia. Hoje quem prega peças é a vida. De uma hora pra outra você é o protagonista de uma piada infame, tentando acrescentar ação ao seu personagem, achando que pode, que deve, dirigir esse roteiro mal acabado, mal organizado, nessa história cheia de conflitos, onde o fim é certo e quase que próximo.
1 min. aqui, no próximo sabe-se lá...
Talvez aquele seminário não seja apresentado; aquela ligação não seja feita; aquele jantar esfrie; aquelas contas serão pagas, por outras pessoas; aquela melodia, muda; aquele livro, pela metade; aquele olhar, cerrado; aquele diploma, mofado; aquelas roupas serão lavadas, dobradas, guardadas e um dia, doadas; aquele monte de papel e tralhas da qual custava a se desfazer, em pouco tempo, serão rasgados, empilhados e dissolvidos, sem deixar rastros de qualquer evidência da sua existência.
Todos os sentimentos morrerão na boca, no peito, na alma e todo tempo gasto numa vida, será varrido como pó.
Que irônia! Nem um cafézinho, muito menos um abraço pra dizer adeus.
1 min. aqui, no próximo sabe-se lá...
Talvez aquele seminário não seja apresentado; aquela ligação não seja feita; aquele jantar esfrie; aquelas contas serão pagas, por outras pessoas; aquela melodia, muda; aquele livro, pela metade; aquele olhar, cerrado; aquele diploma, mofado; aquelas roupas serão lavadas, dobradas, guardadas e um dia, doadas; aquele monte de papel e tralhas da qual custava a se desfazer, em pouco tempo, serão rasgados, empilhados e dissolvidos, sem deixar rastros de qualquer evidência da sua existência.
Todos os sentimentos morrerão na boca, no peito, na alma e todo tempo gasto numa vida, será varrido como pó.
Que irônia! Nem um cafézinho, muito menos um abraço pra dizer adeus.
25 março, 2009
May Cell Phone
Após 6 anos enferrujada - antes Macromedia, hoje Adobe - meu "primeiro" teste em Flash para disciplina de Animação e vídeo.
Uma animação curtissíma que talvez passe por ajustes, mas até então o resultado é esse:
se não conseguir visualizar, veja pelo youtube
Softwares:
Illustrator CS2
Flash CS3
Em breve, blog com trabalhos acadêmicos.
Uma animação curtissíma que talvez passe por ajustes, mas até então o resultado é esse:
se não conseguir visualizar, veja pelo youtube
Softwares:
Illustrator CS2
Flash CS3
Em breve, blog com trabalhos acadêmicos.
19 março, 2009
Helvética: Amor ou ódio?
A Helvetica é uma família tipográfica sem-serifa, considerada como uma das mais populares ao redor do mundo. Devido às preocupações que originaram seu desenho, é uma das fontes mais associadas ao modernismo no design gráfico.

Desenvolvida por Max Miedinger com Eduard Hoffmann em 1957 para a Haas Type Foundry em Münchenstein, Suíça. Seu título é derivado de Helvetia, o nome latino da Suíça, mas resolveram mudar para Helvética pois o nome soaria patriota demais. A fonte é baseada em uma tipografia mais antiga chamada Akzidenz Grotesk, criada em 1898.
A fonte tornou-se bastante popular na década de 1960, sendo usada em praticamente qualquer aplicação: a expressão "Se não souber o que usar, use Helvetica" tornou-se famosa. Em 1983, a empresa Linotype lançou a Neue Helvetica (nome alemão para "Nova Helvetica"), um redesenho otimizado da Helvetica original.
Entre outros usos famosos, a Helvetica é a fonte padrão do sistema de comunicação visual do metrô de São Paulo.
Para seu sistema operacional a Microsoft desenvolveu uma familia tipográfica muito associada à Helvética, a famosa Arial, mas ainda há controvérsias e criticas de que seja uma "cópia inferior". Uma maneira fácil de identificar as duas fontes é através da comparação dos tipos relativos às letras "C", "G", "R" maiúsculos e do "a" e "t" minúsculos:

Em 2007 foi lançado o Helvética A Documentary Film.
Um filme independente sobre tipografia, design gráfico e cultura visual global. Ele olha para a proliferação do tipo (que recentemente comemorou o seu 50 º aniversário em 2007) como parte de uma grande conversa sobre a forma como ele afeta nossas vidas.
Engloba o mundo do design, publicidade, psicologia e comunicação, e convida-nos a ter um segundo olhar para os milhares de palavras que vemos todos os dias. O filme foi filmado em alta definição da localização dos Estados Unidos, Inglaterra, Holanda, Alemanha, Suíça, França e Bélgica.

Simples, racional, direta, limpa, clara e suas controvérsias.
Há quem ame, há quem odeie.
Ironicamente, o post foi escrito em Arial. Mas ainda assim eu apoio o uso da Helvética:

Desenvolvida por Max Miedinger com Eduard Hoffmann em 1957 para a Haas Type Foundry em Münchenstein, Suíça. Seu título é derivado de Helvetia, o nome latino da Suíça, mas resolveram mudar para Helvética pois o nome soaria patriota demais. A fonte é baseada em uma tipografia mais antiga chamada Akzidenz Grotesk, criada em 1898.
A fonte tornou-se bastante popular na década de 1960, sendo usada em praticamente qualquer aplicação: a expressão "Se não souber o que usar, use Helvetica" tornou-se famosa. Em 1983, a empresa Linotype lançou a Neue Helvetica (nome alemão para "Nova Helvetica"), um redesenho otimizado da Helvetica original.
Entre outros usos famosos, a Helvetica é a fonte padrão do sistema de comunicação visual do metrô de São Paulo.
Para seu sistema operacional a Microsoft desenvolveu uma familia tipográfica muito associada à Helvética, a famosa Arial, mas ainda há controvérsias e criticas de que seja uma "cópia inferior". Uma maneira fácil de identificar as duas fontes é através da comparação dos tipos relativos às letras "C", "G", "R" maiúsculos e do "a" e "t" minúsculos:

Em 2007 foi lançado o Helvética A Documentary Film.
Um filme independente sobre tipografia, design gráfico e cultura visual global. Ele olha para a proliferação do tipo (que recentemente comemorou o seu 50 º aniversário em 2007) como parte de uma grande conversa sobre a forma como ele afeta nossas vidas.
Engloba o mundo do design, publicidade, psicologia e comunicação, e convida-nos a ter um segundo olhar para os milhares de palavras que vemos todos os dias. O filme foi filmado em alta definição da localização dos Estados Unidos, Inglaterra, Holanda, Alemanha, Suíça, França e Bélgica.

Simples, racional, direta, limpa, clara e suas controvérsias.
Há quem ame, há quem odeie.
Ironicamente, o post foi escrito em Arial. Mas ainda assim eu apoio o uso da Helvética:

05 março, 2009
26 fevereiro, 2009
Sonhos
Eu já sonhei que sonhava, quando na verdade, esquecia como era sonhar na realidade.
Todo mundo um dia já se viu nú na escadaria do colégio; correndo com angústia no peito e atraso nos pés ou tomando parte de socos, quando as mãos nem sequer tocavam o adversário.
Custa lembrar dos sonhos, quando estamos mais aqui, do que lá.
Interpretam os sonhos como uma experiência da imaginação do inconsciente ou presságios.
Na noite passada... "Eu estava num cemitério, daqueles monumentais; um menino com aproximadamente 3 anos, atendia por Rafael, pedia abraço, colo e me chamava de mãe. Um outro menino da mesma idade, também queria atenção, mas era como uma criança perdida entre aqueles corredores de estátuas. Eu tentava amparar ambos.
Depois o sonho passa para outro episódio onde crianças negras brincavam no meio de papelões e plásticos nas proximidades da faculdade. E eu andava incansavelmente em volta de muros brancos, grandes e descascados, dizendo: "eu estudo lá". E vinha rostos pouco conhecidos, sentados, desenhando debaixado de tendas".
Estranho, porém lembro de cada minuciosiosidade como se fosse realidade.
Segundo sites por aí, sonhar com:
Cemitério - Se o tempo estiver bom: alegria. Prosperidade. Saúde para as pessoas do sonho.
Criança - Simbolizam a pureza da alma, o desejo de ser um(a) protetor(a). Também pode representar pontos fracos na sua personalidade, como sentimentos de fragilidade e ingenuidade. Criança bonita e saudável: alegria, sucesso.
Lixo - Amizades estranhas.
Muro - Obstáculos no processo, aborrecimento ou desejo de se proteger.
Se a maior parte dos meus sonhos fossem representados audiovisualmente, seria assim:
Moodorama - Never mind
...sempre retrocedendo, sempre em slow, com cores contrastantes e imagens soluveis.
.
.
.
9a.m. da quinta-feira, o telefone toca, e algumas coisas se encaixam.
Todo mundo um dia já se viu nú na escadaria do colégio; correndo com angústia no peito e atraso nos pés ou tomando parte de socos, quando as mãos nem sequer tocavam o adversário.
Custa lembrar dos sonhos, quando estamos mais aqui, do que lá.
Interpretam os sonhos como uma experiência da imaginação do inconsciente ou presságios.
Na noite passada... "Eu estava num cemitério, daqueles monumentais; um menino com aproximadamente 3 anos, atendia por Rafael, pedia abraço, colo e me chamava de mãe. Um outro menino da mesma idade, também queria atenção, mas era como uma criança perdida entre aqueles corredores de estátuas. Eu tentava amparar ambos.
Depois o sonho passa para outro episódio onde crianças negras brincavam no meio de papelões e plásticos nas proximidades da faculdade. E eu andava incansavelmente em volta de muros brancos, grandes e descascados, dizendo: "eu estudo lá". E vinha rostos pouco conhecidos, sentados, desenhando debaixado de tendas".
Estranho, porém lembro de cada minuciosiosidade como se fosse realidade.
Segundo sites por aí, sonhar com:
Cemitério - Se o tempo estiver bom: alegria. Prosperidade. Saúde para as pessoas do sonho.
Criança - Simbolizam a pureza da alma, o desejo de ser um(a) protetor(a). Também pode representar pontos fracos na sua personalidade, como sentimentos de fragilidade e ingenuidade. Criança bonita e saudável: alegria, sucesso.
Lixo - Amizades estranhas.
Muro - Obstáculos no processo, aborrecimento ou desejo de se proteger.
Se a maior parte dos meus sonhos fossem representados audiovisualmente, seria assim:
Moodorama - Never mind
...sempre retrocedendo, sempre em slow, com cores contrastantes e imagens soluveis.
.
.
.
9a.m. da quinta-feira, o telefone toca, e algumas coisas se encaixam.
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